Gregori Dalzotto

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GregoriDalzotto

Sistemas, do código à estratégia.

Engenharia, arquitetura, produto e liderança de tecnologia em uma mesma prática, há duas décadas.

Descer
  • Engenharia
  • Arquitetura
  • Produto
  • IA
  • Liderança

02Interseção

Cinco disciplinas. Uma prática.

Não são fases da carreira nem departamentos separados. São ângulos do mesmo trabalho: entender um sistema, decidir como ele deve ser, construir, operar e liderar quem constrói junto.

A diferença está em entrar em um problema tecnológico complexo e conseguir atravessá-lo inteiro, do código à decisão.

03Evolução de escopo

Duas décadas de escopo acumulado.

Nenhuma camada substituiu a anterior. Cada uma ampliou as de baixo, e a construção de software nunca saiu do centro.

Camada01/ 08
  1. 01

    Construir

    Código que precisa funcionar fora da demo. A base de tudo o que veio depois, e a prática que nunca foi abandonada.

  2. 02

    Sistemas

    Entender como as partes se comportam juntas: dados, integrações, APIs, falhas. Software deixa de ser arquivo e vira comportamento.

  3. 03

    Arquitetura

    Decidir limites, contratos e o que pode mudar sem quebrar o resto. Arquitetura como redução de ambiguidade.

  4. 04

    Plataformas

    Infraestrutura, cloud, CI/CD, segurança e operação. O sistema precisa existir, ser observável e continuar de pé.

  5. 05

    Times

    Liderar quem constrói: papéis, autoridade, ritmo, revisão. Produtividade como propriedade do sistema, não do indivíduo.

  6. 06

    Produto

    Transformar capacidade técnica em algo que alguém usa. Priorização, escopo e resultado medido, não entregue.

  7. 07

    Estratégia

    Tecnologia produzindo capacidade para o negócio: o que construir, o que comprar, o que integrar e quando parar.

  8. 08

    IA

    A camada mais recente, construída sobre todas as anteriores: agentes, RAG, workflows de engenharia e verificação automatizada, aplicados com o contexto que as outras camadas fornecem.

04Experiência

Experiência medida em responsabilidade, não em cargos.

O que ficou de cada contexto foi capacidade: de entrar em um sistema que já existe, entender o que está em jogo, decidir e conduzir a execução.

  • Sistemas corporativos e integração

    Contexto
    Ambientes com ERP, CRM e sistemas legados convivendo com serviços novos, onde cada integração carrega regra de negócio, dado sensível e histórico.
    Responsabilidade
    Desenhar e construir a camada que faz esses sistemas conversarem: APIs, contratos, automações e o tratamento das falhas entre eles.
    Decisões
    Onde fica a fronteira de cada sistema, o que se integra em tempo real e o que se concilia depois, e o que não deve ser automatizado.
  • Infraestrutura, cloud e operação

    Contexto
    Sistemas que precisam existir em produção com custo, segurança e disponibilidade controlados, em mais de um provedor de cloud.
    Responsabilidade
    Containers, CI/CD, observabilidade, segurança e a rotina de operação que mantém tudo de pé quando ninguém está olhando.
    Decisões
    O que automatizar no pipeline, o que exige gate humano, e quanto de plataforma o time realmente precisa naquele momento.
  • Transformação digital

    Contexto
    Processos e áreas de negócio que precisavam virar software, com a mudança organizacional que isso exige.
    Responsabilidade
    Conduzir a transição: escolha de plataforma, sequência de entrega, integração com o que já existia e adoção pelas pessoas.
    Decisões
    Construir, comprar ou integrar; o que muda primeiro; e como medir se a transformação produziu capacidade e não só sistemas novos.
  • Produtos digitais

    Contexto
    Produtos web e mobile levados do problema ao uso real, com arquitetura, construção e evolução contínua.
    Responsabilidade
    Concepção, arquitetura e construção, com escopo definido pelo que o usuário precisa e pelo que o negócio consegue sustentar.
    Decisões
    O que entra na primeira versão, o que fica para depois e quais compromissos técnicos são aceitáveis em cada fase.
  • Liderança de tecnologia

    Contexto
    Estruturas de tecnologia e equipes multidisciplinares, com prioridades concorrentes e ambientes técnicos complexos.
    Responsabilidade
    Papéis, padrões, ritmo de entrega, contratação e a relação entre tecnologia e o restante da organização.
    Decisões
    Quanta autonomia cada frente recebe, o que é padrão e o que é escolha do time, e onde a liderança técnica desenha os defaults.
  • Inteligência artificial aplicada

    Contexto
    Produtos e processos de engenharia nos quais LLMs, RAG e agentes passaram a fazer parte do sistema, com os riscos que isso traz.
    Responsabilidade
    Aplicar IA com contexto, limites e verificação: em produtos, e no próprio fluxo de construção de software.
    Decisões
    Que nível de autonomia cada tarefa merece, o que precisa de evidência antes de valer, e onde a arquitetura limita a atuação de agentes.

05Casos de engenharia

Casos de engenharia.

Sistemas apresentados pelas decisões que os formaram, não por captura de tela. Abra um para ver as partes.

06Tecnologia

Ferramentas escolhidas pelo problema.

Nenhuma delas é o ponto. O ponto é saber combinar o que cada camada pede, e o que ela não pede.

Construir

O que vira produto.

  • TypeScript
  • Node.js
  • React
  • React Native
  • Next.js
  • Python
  • FastAPI
  • NestJS

Sistemas

O que faz as partes conversarem.

  • APIs
  • Microserviços
  • Redis
  • Bancos relacionais
  • Bancos vetoriais
  • Filas e eventos

Plataforma

O que mantém tudo de pé.

  • Docker
  • CI/CD
  • GitHub Actions
  • AWS
  • Azure
  • GCP
  • Segurança
  • Observabilidade

Corporativo

O que já existe na empresa.

  • ERP
  • CRM
  • Integrações
  • Automação de processos

IA

A camada mais recente.

  • LLMs
  • RAG
  • Agentes
  • Orquestração
  • Context engineering
  • Automação de workflows

07IA e engenharia

IA como camada, não como ponto de partida.

Nos últimos anos, o trabalho passou a incluir inteligência artificial aplicada a produtos e ao próprio processo de engenharia.

Não é onde a trajetória começou. É onde a base acumulada em sistemas, arquitetura, operação e liderança passa a fazer diferença: ela dá o contexto para aplicar IA com responsabilidade.

  • IA em produtos

    LLMs, RAG e sistemas inteligentes dentro de produtos reais, com contexto, custo, latência e falha tratados como requisitos, não como surpresa.

  • Engenharia assistida por IA

    Agentes especializados, context engineering, workflows de engenharia e orquestração, com a arquitetura definindo até onde a autonomia vai.

  • Verificação e evidência

    Validação automatizada, gates proporcionais ao risco e memória de projeto. Execução abundante pede mais verificação, não menos.

A IA amplia o que já existe. Sobre uma base sólida, acelera; sem ela, acelera o erro.

Gregori Dalzotto de pé, segurando um notebook e olhando o relógio

08Princípios

Como penso tecnologia.

Um conjunto de posições que vale mais do que qualquer ferramenta, porque sobrevive a todas elas.

  1. Software precisa funcionar fora da demo.

    Caminho feliz não define prontidão. Produção é parte do desenvolvimento.

  2. Arquitetura reduz ambiguidade.

    Limites claros dizem onde mudar e o que não pode mudar sem conversa.

  3. Velocidade sem qualidade só antecipa problemas.

    O que se ganha na entrega se paga na revisão, na integração e no incidente.

  4. Automação precisa de limites.

    Autonomia se conquista por risco e verificabilidade. Não se declara.

  5. Sistemas precisam ser observáveis.

    O que não se mede não se opera, e o que não se opera não está pronto.

  6. Tecnologia precisa produzir capacidade para o negócio.

    Stack não é resultado. Capacidade é.

  7. IA amplifica boas e más práticas de engenharia.

    Com base sólida, acelera. Sem base, acelera o erro.

Em preparação

Depois do Código

Engenharia de Software na Era da Inteligência Artificial

Um livro sobre engenharia de software em um cenário no qual execução se torna abundante, e contexto, arquitetura, decisões e verificação passam a importar ainda mais.

Gregori Dalzotto, retrato em estúdio com fundo escuro

10Sobre

Na interseção, por escolha.

Gregori Dalzotto atua na interseção entre engenharia de software, arquitetura, produto, liderança de tecnologia e inteligência artificial aplicada.

São cerca de duas décadas construindo e evoluindo sistemas: do código à infraestrutura, dos sistemas corporativos aos produtos digitais, da equipe à estratégia. Ao longo desse caminho, a construção de software nunca deixou de ser praticada, mesmo com a responsabilidade se ampliando para arquitetura, operação, produto e pessoas.

Nos últimos anos, parte central do trabalho passou a ser a inteligência artificial aplicada à engenharia e à construção de produtos: agentes, RAG, workflows e verificação automatizada, sempre a partir da base acumulada e não como ponto de partida.

11Contato

Uma conversa costuma ser o melhor começo.

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